✈ NETWORK DE CABINE

Você tem as horas.
Mas o mercado americano ainda não te vê.

Descubra por que pilotos brasileiros experientes continuam sem empregabilidade nos EUA — e o método que Fernando Couto usa para corrigir posicionamento, entrar no mercado e atuar como piloto de contrato com padrão profissional.

QUERO ENTRAR NO MERCADO AMERICANO →
Saiba mais
🛩️Part 91 & Part 135
📋FAA Certified
📱Flight Planning Pro
💼Contract Pilot
🌐Network de Cabine

Eu saí da invisibilidade para o comando da minha própria operação.
O mercado americano não é sobre o que você sabe, mas sobre como você se posiciona.

Acredite: eu já vi comandantes brilhantes travarem por falta de postura e networking de cabine. Eu decifrei o código do mercado de aviação nos EUA e estou aqui para garantir que você não cometa os mesmos erros que eu vi — e vivi — nos meus primeiros anos em solo americano.

QUERO APRENDER A JOGAR ESSE JOGO →

Horas de Voo Não São Suficientes para o Mercado Americano

O mercado americano avalia postura, confiabilidade, preparo e consistência — não apenas horas no logbook.

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Empregabilidade Real

Ter horas não basta. Aprenda a identificar os erros silenciosos que mantêm bons pilotos invisíveis — e a corrigir seu posicionamento profissional de vez.

Curso 1 — Empregabilidade
🚀

Método, Não Sorte

Não é indicação. Não é sorte. É um método estruturado para construir valor real, cultura operacional e presença profissional no mercado americano.

Mentoria + Imersão
Fernando Couto — Piloto de Aviação Executiva nos EUA
Fernando Couto

De Belém do Pará ao Cockpit Executivo nos EUA.
Sem Atalhos.

Fernando Antônio Paiva do Couto nasceu em Belém do Pará, filho de um médico ex-militar da Aeronáutica. Começou a voar no Aeroclube do Pará nos anos 90 e construiu sua carreira da forma mais dura possível: garimpos da Amazônia, táxi aéreo, operações remotas no interior do Brasil — antes de chegar à aviação executiva internacional.

Com mais de 32 anos de aviação e mais de 15.500 horas de voo acumuladas em mais de 25 países, Fernando opera hoje no segmento que define a elite da aviação corporativa: jatos executivos da família Cessna Citation (500, 550 e 650), Dassault Falcon (10, 50 e 900) e Hawker 800A/800XP. Antes dos jatos, voou os turboélices que formam pilotos de verdade — Cheyenne I e II, Cessna 208 Caravan e toda a linha King Air (séries 90, 100 e 200) — além de dezenas de monomotores e bimotores a pistão.

Ao longo da carreira internacional, Fernando comandou voos para atores, cantores e atletas profissionais de renome, além de missões executivas com autoridades de chefia nos Estados Unidos e em diferentes nações da região do Caribe — operações em que precisão, discrição e padrão internacional não são diferenciais, são pré-requisitos.

Sediado na região de Orlando, Flórida, Fernando atua simultaneamente nos dois regimes que definem a aviação executiva americana: Part 91 à frente da Centurian Aviation, sua própria operação corporativa baseada em Kissimmee (KISM), e Part 135 como Pilot in Command em empresa de táxi aéreo americana certificada — uma combinação rara que dá a ele autoridade real sobre o que ensina.

32+ anos de aviação — do garimpo amazônico ao executivo nos EUA
15.500+ horas de voo em mais de 25 países
Fundador da Centurian Aviation — KISM · Kissimmee, FL
Part 91 & Part 135 — operação ativa nos EUA
Citation 500/550/650 · Falcon 10/50/900 · Hawker 800A/800XP · King Air 90/100/200
Quero Aprender com o Fernando
Fernando Couto ensinando — mentoria hands-on para pilotos brasileiros
"Quanto mais conhecimento você tem, mais rápido você chega ao seu destino."

Fernando construiu sua trajetória nos EUA sem atalhos: documentação, adaptação cultural, rede construída do zero em Orlando — e erros que ele viveu para que você não precise repetir. O que ele ensina não saiu de um livro. Saiu do cockpit.

Quero essa Orientação →

Dois Caminhos. Uma Direção.

O Fernando desenvolveu um método direto para corrigir posicionamento e abrir portas no mercado americano.

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EMPREGABILIDADE NA AVIAÇÃO EXECUTIVA DOS EUA

Corrija o que está impedindo você de ser visto como profissional empregável — posicionamento, cultura operacional, ferramentas e presença no mercado americano.

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PILOTO DE CONTRATO NOS EUA

Voar como contract pilot nos EUA é ser o departamento de operações inteiro: planejamento, dispatch, NOTAMs, alfândega. É exatamente por isso que o day rate começa em US$ 1.500 e pode passar de US$ 2.500/dia. Saiba como se posicionar para esses valores desde o primeiro contrato.

🛂 Requer status legal de trabalho nos EUA + FAA Commercial/ATP
🚀
MENTORIA + NETWORK DE CABINE

Acompanhamento próximo com Fernando e acesso a uma comunidade real de pilotos brasileiros atuando nos EUA. Conexão que vira oportunidade.

NOVO PRODUTO
🛩️
VOO PRIVADO NOS EUA — IMERSÃO OPERACIONAL

Para quem tem licença FAA, tem aeronave (própria ou alugada) e quer voar nos Estados Unidos com soberania operacional — sem trabalhar, sem dependência, sem medo. Imersão presencial em Kissimmee (KISM), 5 a 7 dias. Público: entusiastas, donos de aeronave, executivos, pilotos de ferry flight.

🛂 Apenas FAA + visto válido (sem Green Card necessário)

Preencha o formulário e o Fernando vai entrar em contato para entender onde você está e qual é o melhor próximo passo.

QUERO ENTRAR EM CONTATO →

Pilotos que Pararam de Esperar e Começaram a Construir

★★★★★

"Eu achava que meu problema era falta de horas. O Fernando me mostrou que o meu erro era de posicionamento. Em poucos meses corrigi a rota e hoje estou voando Part 91 em Miami."

MR
Marcos R. Piloto Part 91 — Miami, FL 🇺🇸
★★★★★

"O curso de Contract Pilot mudou como eu entendo o mercado. Aprendi a montar invoice, cobrar day rate corretamente e entender o que os operadores realmente esperam. Valeu cada centavo."

CL
Carlos L. Contract Pilot — Fort Lauderdale, FL 🇺🇸
★★★★★

"Comecei com o curso de empregabilidade achando que já sabia tudo. O módulo de cultura da aviação executiva foi uma virada de chave. Hoje sei exatamente o que transmitir numa entrevista."

AP
Ana P. Part 135 em processo — Teterboro, NJ 🇺🇸
✈ PRIMEIRO PASSO GRATUITO

Chega de Esperar.
Corrija Sua Rota Agora.

Preencha abaixo e o Fernando Couto entrará em contato para entender onde você está e qual o melhor caminho para sua empregabilidade no mercado americano.

PRÉ-REQUISITOS PARA EMPREGABILIDADE NOS EUA

A jornada de empregabilidade nos Estados Unidos é desenhada para pilotos que já reúnem as duas condições mínimas para entrar no mercado executivo americano:

  • Status legal para trabalhar nos EUA: Green Card (LPR) ou autorização de trabalho válida (EAD).
  • Licença FAA Pilot Certificate: Commercial Pilot ou ATP, emitida pela FAA e em vigência.

Pilotos que ainda não atenderam a esses requisitos podem participar de outras etapas da mentoria (orientação de carreira, preparação de licenças, planejamento migratório), e do novo produto Voo Privado nos EUA (apenas FAA + visto válido).

🔒 Seus dados estão seguros. Não enviamos spam.

Perguntas que Todo Piloto Tem

O mercado americano avalia muito mais do que horas no logbook. Postura, confiabilidade, leitura do ambiente executivo, domínio de ferramentas como o ForeFlight e maturidade operacional são fatores que pesam tanto — ou mais — do que experiência de voo. Muitos pilotos experientes continuam sem empregabilidade porque não corrigiram esses pontos.

O contract pilot é um piloto autônomo contratado por diária ou por missão por operadores Part 91 e 135. Ele cobra day rate, double rate, retention fee e per diem, emite invoices e precisa atuar com padrão profissional elevado. O Curso 2 ensina exatamente como funciona esse mercado e como se posicionar bem nele.

O Curso 1 resolve empregabilidade: corrige posicionamento, postura, comunicação e preparo para quem quer entrar ou se reposicionar na aviação executiva dos EUA. O Curso 2 é para quem já está no mercado ou quer atuar como piloto de contrato: ensina cobrança, invoice, planejamento de missão, legalidade e como se tornar um piloto valorizado e recorrente.

A aviação executiva americana opera com um ecossistema completo de ferramentas digitais — ForeFlight, Garmin Pilot, FltPlan Go, SkyVector, 1800wxbrief, FlightAware, ARINCDirect, entre outras. Cada operação Part 91 ou Part 135 tem suas preferências, e o piloto profissional precisa transitar entre elas com naturalidade. Na mentoria, o foco principal é o ForeFlight — não porque seja a única ferramenta, mas porque é o padrão de fato do mercado executivo americano. Esse domínio é especialmente crítico na operação Part 91 e em missões de contract pilot, onde o piloto é o departamento de operações inteiro. A ferramenta é fácil de usar. Difícil é saber o que perguntar a ela — e é exatamente isso que a mentoria entrega.

Depende do nível e do objetivo. Para os níveis introdutórios (orientação de carreira, diagnóstico, planejamento estratégico), a mentoria atende pilotos brasileiros em qualquer estágio — incluindo quem ainda está no Brasil planejando a transição para os EUA. Para as etapas voltadas à empregabilidade direta no mercado americano — especialmente a imersão presencial em Kissimmee com assinatura de SIC training — os pré-requisitos são objetivos: status legal de trabalho válido nos EUA (Green Card ou autorização de trabalho) e licença FAA Commercial Pilot ou ATP em vigência. Essa exigência não é uma escolha comercial — é uma necessidade operacional. A mentoria não é um atalho para esses requisitos; ela é a ponte que conecta quem já os tem ao mercado. Para o novo produto Voo Privado nos EUA, basta ter licença FAA e visto válido — sem necessidade de Green Card.

A jornada começa pelo Curso de Empregabilidade (reposicionamento), avança para o Curso de Piloto de Contrato (especialização) e culmina na mentoria ou imersão prática — acompanhamento próximo e personalizado com Fernando Couto para acelerar networking, aplicação e entrada no mercado. Preencha o formulário para entender qual etapa faz sentido para você agora.

Você já tem experiência.
Agora é hora de ter método.

Pare de depender de sorte ou indicação. Construa valor real no mercado americano com quem conhece o caminho.

QUERO CORRIGIR MINHA ROTA →